Manuel Pinto da Rocha

Identificador: 
P-208
Name: 
Manuel
Surname(s): 
Pinto da Rocha
Subject: 
Gender: 
Masculino
Date of death: 
1621
Observations: 

Magistrado, chanceler da Relação da Bahia. Según Schwartz, hijo de Amador Pinto, nacido en Mesão Frio (Vila Real, Portugal). Obtuvo Derecho Canónico por la Univesidad de Coimbra en 1589 (Schwartz, 1973, p. 83). 

Su trayectoria profesional aparece bien resumida: "The professional career of Manuel Pinto da Rocha is well documented. He was a competent crown magistrate who had risen through the normal channels of the Portuguese judicial hierarchy. Beginning as juiz de fóra in Montemor O Novo in 1591, he held positions successively as corregedor of Amada, ouvidor of Setúbal, and corregedor of Viana. Although origninally nominated as desembargador dos agravos, the crown appointed him ouvidor geral and he served in that capacity until 1620, when he became chancelor of the High Court of Brazil. Manuel Pinto da Rocha died in office in 1621. (Sovereignty and Society, pp. 83-84). 

 

Extrañamente, Schwartz afirma lo siguiente unas páginas más adelante, en la misma obra: 

'It is not surprising to find Manoel Pinto da Rocha, chancellor of the Relacao, serving in 1623 as provedor of the Santa Casa da Misericordia. The Misericordia was a charitable brotherhood which always included the most respected citizens of the city in its membership. The provedor was the senior officer of the Miseric'ordia and obviously Manoel Pinto da Rocha had been selected because of his prestige as chancellor of the Relação. In fact, in the early eighteenth century the post of provedor of the Misericordia was often controlled by desembargadores of the High Court'. (SCHWARTZ, 1973, 177)'

 

La contradicción parece resolverse al contrastar esta información con la que proporciona A.J.R. Russell-Wood, en Fidalgos and Philantropists (1968,p. 372), donde escribe que Manoel Pinto da Rocha fue Provedor da Santa Casa en 1621, y no en 1623 como afirma Schwartz. La data de su muerte 'in office' podría ser así, 1621, como Schwartz afirma en las primeras páginas de su libro sobre la Relação.

 

Recibe una Carta de Ouvidor geral do Brasil el 6 de marzo de 1609.

Recibe una carta en 1 de septiembre de 1613 para que sea el encargado de tomarle residencia al Governador Geral saliente, Diogo de Menseses, en el momento en que Gaspar de Sousa llegara: 'Ey por bem e me praz de vos commeter o tirar da dita residencia e vos mando que tanto que o dito Dom Dioguo de Meneses tiver entrege a dita governança a Gaspar de Sousa, do meu Conselho e meu gentil homem da boca que nella lhe vay succeder, lhe tomeis a dita residencia com hum escrivão dante vos, pessoa de confiança e que não seja sospeito, e sendo o com outro que pera isso escolhereis, a que dareis juramento dos Sanctos Evangelhos que sirva nisso bem e verdadeiramente guardando seredo, direito e justiça'. (Cartas para Álvaro de Sousa e Gaspar de Sousa, p. 132).

Recibe un Alvará de Chanceler da Relação do Brasil el 4 de septiembre de 1620.

Position:
Id ATLASPositionsort ascendingPlacePlace DescriptionFromUntil
40584Juiz de foraMontemor-O-NovoMontemor-O-Novo1592
40505Desembargador dos agravosCapitania da BahiaCapitania da Bahia1606
40505Ouvidor-geral do BrasilCapitania da BahiaCapitania da Bahia16091620
40619Chanceler da RelaçãoCidade de Salvador da BahiaCidade de Salvador da Bahia16201621
40619ProvedorCidade de Salvador da BahiaSanta Casa da Misericordia de Salvador da Bahia.1623
40547OuvidorSetúbalSetúbal
40580CorregedorAlmadaAlmada
40549CorregedorVianaViana
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